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Onipresença

  • Foto do escritor: Bruno Lara
    Bruno Lara
  • 22 de jan. de 2023
  • 1 min de leitura

O amor é onipresente,

manifesta-se no tato,

no cheiro, no ato,

no olhar,

na saudade latente,

no romantismo lunar.


O amor,

que transcende a paixão ardente,

jamais é ausente,

jorra vida premente.


Pode o amor,

no peito ferido do amante,

rasgar até doer,

mas padece mais

quem não tem um amor para sofrer.


Onipresente, o amor,

envolvente,

jamais é indiferente,

mas sim deferente.

 
 
 

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