top of page

Ar

  • Foto do escritor: Bruno Lara
    Bruno Lara
  • 4 de mai. de 2025
  • 1 min de leitura

O ar que mansamente me areja

é também aquele que, transfigurado,

em outros tempos, bravamente, me veleja.

Por ora, remanso

mas também pelas turvas correntezas

avanço.

Nas tentativas fazemos das incertezas

troncos.



 
 
 

Posts recentes

Ver tudo
Pequenez

Não há que se lutar contra ou tentar apreender o infinito. O sussurro é intimidade. O grito, desespero. A pequenez é um saber discreto de valia infinita. Ser pequeno é um aconchego interno, é a humild

 
 
 
Vivos

Acordei hoje cantarolando, cantarolando uma cantiga com a qual, suponho, sonhei. Senti-me como entre pés de laranjeiras, como entre folhas verdes ao léu, ouvindo sons de harpa em louvores ao céu. Acor

 
 
 
Medida

Já é sábado, Já estamos em maio. Já são quase seis horas da tarde. Já é 2026. Nunca é cedo, sempre há uma sensação de atraso, de débito, uma incômoda incompletude. Quando se vê, o que era infinito e l

 
 
 

Comentários


bottom of page