Dou conselhos mentalmente. Por vaidade, provavelmente. As minhas experiências são só minhas. Servem para inúteis contações de histórias e dar sentido aos meus erros. Erros são íntimos e pessoais, como impressões digitais. Dou conselhos para lembrar a mim mesmo o que me construiu. Um disfarçado exercício de vaidade, um passatempo.